terça-feira, 7 de outubro de 2008

Expansão em Spore?


De acordo com algumas lojas online, como a Amazon, a primeira expansão de Spore está a pouco mais de um mês de distância dos seus dedicados fãs.

Spore Cute & Creepy Parts Pack é seu nome, esta expansão aparenta ser uma espécie de conjunto de partes para incrementar o leque de opções de personalização à mercê dos jogadores.

Apesar da falta de confirmação oficial por parte da Electronic Arts, esta expansão já está agendada em alguns portais para dia 18 de novembro, o que não seria de se admirar fosse confirmado, pois isso significa a implementação de um modelo de negócio muito semelhante ao de The Sims, algo que acreditamos que Spore vá ter.

Fonte: Euro Games

Guitar Hero: World Tour [Prévia]




Periféricos inovadores e um estúdio embutido.
Quem tem acompanhado o andamento da franquia “rocker” da Activision não vai poder negar algo que é fato: a empresa tem investido pesado para transformar Guitar Hero: World Tour em algo muito além de uma seqüência “caça-níqueis”. Pode-se considerar o título como um verdadeiro salto — tanto em quantidade quanto em qualidade — em relação aos jogos anteriores.

Acompanhar alguns dos maiores clássicos do rock transformando a sala de casa em um palco já era algo divertido? Que tal agora compor os seus próprios “clássicos”? Palhetar e pressionar cinco notas coloridas já era algo divertido? O que dizer então da nova barra para slides que deve ainda trazer várias outras funcionalidades e possibilidades até mesmo para composição? Realmente, Guitar Hero: World Tour parece quase o nascimento de uma nova franquia.

Novas “armas”

Antes de começar a falar sobre toda a extensão de um dos títulos mais esperados atualmente, vale falar aqui um pouco sobre as novas e melhoradas “armas” que deverão acompanhar World Tour.

  • Guitarra
Um dos saltos mais evidentes está na nova guitarra de botões coloridos. Bom, em primeiro lugar, vale ressaltar aqui: não, você não perdeu o seu dinheiro comprando um dos modelos antigos do periférico (a Les Paul ou a Explorer). De forma alguma. A Activision garante a completa compatibilidade das antigas guitarras com o novo título. Porém, algumas novidades só serão plenamente experimentadas com o novo e totalmente reformulado periférico.

Assim que se bate o olho na nova guitarra, a primeira coisa que se percebe é a nova barra sensível ao toque. Isso para o caso de você não ser um esteticista, que provavelmente repararia primeiro no visual totalmente reformulado do instrumento, que é maior — o que faz com que se pareça muito mais com uma guitarra de verdade — e possui agora um acabamento muito mais refinado.

Entretanto, em termos de jogo, a nova barra é um acréscimo bastante significativo, tanto para compor a nova jogabilidade quanto para criar os seus próprios “riffs” no Music Creator. Em relação à composição, algo será dito mais a frente. Na hora de empunhar a guitarra, as coisas ficam agora bem mais personalizáveis. Isso porque a nova barra permite que se alterem várias características do som durante a execução de uma música.

Pode-se agora alterar o “sustain” (tempo em que a nota fica soando) de uma nota, um acréscimo bastante notável, levando-se em conta que antes a única interação possível com a música se dava através da alavanca da guitarra. Além disso, a barra também facilitará muito as coisas na hora de tocar “tappings” e até mesmo o “slap” do baixo.

Outra diferença bastante evidente é o novo botão “back/select”, que é na realidade a ponte da guitarra. Além de tornar a estética do instrumento muito mais verossímil, o botão ainda serve como uma alternativa para ativar o “star power” e ainda guarda uma funcionalidade para o modo de composição.

Afora isso, é a boa e velha guitarra de Guitar Hero, sem fio, com um acelerômetro para ativar os especiais e um acabamento polido — que deve ganhar agora novas “faceplates” (placas que cobrem a frente da guitarra) como adorno. O direcional também ganhou um estilo novo, parecendo agora um verdadeiro “knob” de guitarra.

  • Bateria

Talvez o novo kit de bateria de World Tour não vá tão longe quanto a bateria eletrônica real que será um opcional para o novo Rock Band 2 (que infelizmente também deverá ter preço de bateria real). Não obstante, o novo periférico apresenta vários novos atributos para acompanhar o ar de coisa nova do título.
Em primeiro lugar, acabaram-se as brigas com os vizinhos. Isso porque o kit é muito mais silencioso do que aquele que acompanha Rock Band, já que possui um isolamento muito maior. Além disso, aquela sua tia de mais idade não vai correr o risco de tropeçar em fios já que, assim como a guitarra, a nova bateria é wireless.

Vamos à estrutura: são três pads — com o diâmetro um pouco maior que o do concorrente —, dois pratos e um pedal de bumbo. Os dois pratos ficam nos tons, e podem ter a sua altura regulada. Os especiais são disparados batendo-se nos dois pratos ao mesmo tempo.

O novo kit também terá a sua parcela de contribuição às novas possibilidades de composição de World Tour. Os pads agora respondem de acordo com a velocidade da batida, o que terá um impacto direto na hora de criar as suas próprias músicas.

Microfone

O “frontman” da banda contará com um microfone que, para todos os efeitos, é exatamente isso: um microfone. Assim como os demais periféricos, este não terá fio. Entretanto, em alguns momentos do jogos será inevitável o uso do controle padrão — para navegar pelos menus, etc.

Diferentemente do que acontecia em Rock Band, não será necessário esperar por um momento específico para disparar os especiais. Tendo energia suficiente acumulada, basta que se bata no periférico ou se faça sempre o mesmo som padrão para se ter o efeito.

Criando o seu próprio rockstar
Apesar da afirmação da Activision de que World Tour trará astros de rock reais para serem utilizados como “avatares” durante o jogo — nenhum nome foi citado até o momento —, muita gente com certeza vai preferir colocar o seu próprio tempero e criar um músico à sua maneira.

E isso será possível, já que o título trará o mesmo modo de personalização contido em jogos como os da série Tony Hawk ou Tiger Woods. Praticamente qualquer coisa é possível, desde o roqueiro mais clássico até algo similar a um marciano. É claro que aqueles menos dotados de inclinação artística ou paciência poderão simplesmente utilizar alguns padrões prontos.

Entretanto, quem quiser criar algo realmente único poderá alterar praticamente qualquer coisa, desde sexo, estilo (punk, gótico, “rocker”, etc.) até o tamanho da mandíbula, queixo, bochecha, olhos, orelhas e até mesmo as sobrancelhas. Também será possível criar um verdadeiro astro do “glam” alterando a cor da pele e acrescentando toneladas de maquiagem.

Será possível até mesmo escolher as poses que o seu astro faz quando entra no palco, termina bem um show ou é vaiado. Além disso, existe ainda uma infinidade de roupas e outros acessórios com os quais se pode gastar o dinheiro ganho nos palcos.

Instrumentos virtuais

Para aqueles mais inclinados em personalizar tudo o que aparece pela frente, vai uma boa notícia: em World Tour até mesmo os instrumentos poderão ter a sua marca pessoal.
Será possível criar uma assinatura sua tanto no microfone quanto na guitarra, na bateria ou no baixo. Para o baixo e a guitarra, deve-se escolher inicialmente o formato básico do corpo. Em seguida escolhe-se a cor, o formato do “headstock”, as marcações das casas, a placa que cobre o instrumento, os potenciômetros, os captadores, a ponte e até mesmo o tipo de corda. Isso sem falar na enorme quantidade de decalques que podem ser colados para finalizar a “obra”.

Até mesmo as faixas que correm sob as notas durante a música poderão ser modificadas.

Criar uma bateria e um microfone será uma tarefa bastante similar, embora um pouco mais limitada. Para a bateria, o jogo oferecerá também uma variedade de formatos, acabamentos e texturas, sendo que será possível ainda colocar em frente ao bumbo um adesivo com o nome da banda ou qualquer outra coisa. O vocalista terá apenas a possibilidade de escolher entre tipos de microfones, pedestais e a cor — afinal, é apenas um microfone.

Um verdadeiro estúdio embutido

Desde o seu anúncio oficial, um dos acréscimos mais comentados de Guitar Hero: World Tour tem sido o novo e totalmente original Music Creator. Entretanto, até pouco tempo atrás, não se tinha a real idéia de até onde essa ferramenta seria capaz de ir. Bem, ela vai longe. Muito longe.

Em primeiro lugar, vale lembrar que, sim, é uma ferramenta em teoria bastante completa e, justamente por isso, também bastante complexa. Entretanto, não se trata de um aparato confuso destinado apenas para os mais aficionados por mixagem e assuntos afins. Se o jogador quiser, pode simplesmente sair tocando; o jogo simplesmente dá conta do resto.

É claro que isso é quase um pecado, já que o colorido da coisa está realmente nas amplas e variadas ferramentas de criação. Talvez o único ponto negativo seja a impossibilidade de se criar linhas vocais.

O jogo também sabe tratar muito bem aquelas pessoas com mais euforia do que conhecimento de música, oferecendo para isso uma ajuda passo a passo para criar a primeira composição.

Para começar a criação da sua obra prima, deve-se primeiro escolher as linhas básicas de baixo e bateria, ajustando o tempo. Você não tem a menor noção de ritmo e apenas aperta os botões quando chegam ao final da tela? Sem problemas, basta “dizer” ao jogo para encaixar corretamente as suas notas no padrão rítmico escolhido.

O jogador começa escolhendo um kit que vai definir uma espécie de esqueleto para a música. “Loops” de bateria são então designados para cada um dos cinco botões, enquanto que a barra sensitiva pode ser utilizada para interromper uma seqüência rítmica temporariamente e a alavanca vai alterar a afinação das notas. A ponte da guitarra deve ainda acrescentar o efeito “palm mute” às notas.

Encarnando Joe Satriani

Para compor as bases de guitarra, basta que se “rebobine” as linhas de baixo e bateria para em seguida tocar por cima. Por fim, chega um dos momentos mais aguardados: a hora de compor o solo.

Em primeiro lugar, vale citar a nova parceria entre a Activision e a fabricante de amplificadores e modeladores de guitarra, a Line 6 (responsável pelo Pod). Graças à essa tecnologia, World Tour traz uma infinidade de timbres diferentes, podendo variar entre marcas de amplificadores até o número de auto-falante da caixa.

Definido o timbre do instrumento, escolhe-se então a nota que servirá de base e também a escala utilizada no solo. Basta então utilizar os efeitos já citados acima para alterar o som, sendo que a nova barra sensível ainda poderá acrescentar stacattos (notas tocadas de forma ríspida) e também dar mais “sustain”.

Tudo isso com apenas cinco notas disponíveis? De jeito nenhum. Para alterar a altura das notas (mais grave ou mais agudo) basta que se erga ou abaixe o corpo da guitarra. A ferramenta GH Mix ainda deve ajudar na mixagem, permitindo editar seções, copiar e colar o refrão, etc.

Para o caso de se criar uma verdadeira seqüência para “Through The Fire And Flames”, praticamente impossível de ser reproduzida pela maioria dos mortais, a boa mecânica do jogo entra em cena e ajusta as coisas para permitir que os menos “virtuosos” também possam apreciar a sua obra.

Divulgando o seu trabalho

Aproveitando a recente migração dos jogos para universos online, World Tour traz a boa possibilidade de se compartilhar cada um dos seus trabalhos através do GH Tunes. O sistema permitirá que se disponibilize na rede até 100 criações próprias, tendo ainda a possibilidade de se baixar mais de 200 obras de outros artistas dos botões coloridos.

Cada música compartilhada ainda poderá ter uma capa com arte exclusiva. A obra completa será então armazenada de acordo com o gênero. Estando nos servidores da Activision, esta irá avaliar e colocar em um ranking que levará em conta fatores como o número de downloads e as notas dadas por outros usuários.
Bom, depois dessa enxurrada de novidades, vem a inevitável pergunta: quanto essa maravilha toda vai custar? Nenhum valor específico foi citado até o momento, a Activision se limitou a dizer apenas que será um preço “competitivo”. O negócio é ir guardando os tostões.

Guitar Hero: World Tour deve chegar às prateleiras dia 26 de outubro.

Fonte: Baixaki Jogos



Tony Hawk retorna de maneira inovadora no Nintendo DS.


Tony Hawk é com certeza uma das figuras mais conhecidas no mundo dos videogames. Seus jogos foram um sucesso estrondoso, gerando uma legião de fãs do esporte e até mesmo novos atletas entusiasmados com as possibilidades demonstradas pelos jogos. Os portáteis também não ficaram de fora, e ganharam diversos jogos relacionados sob o título Tony Hawk’s Pro Skater — cinco para Game Boy Advance e três para Nintendo DS.

Desta vez, a Viscarious Visions, equipe responsável por uma grande parcela dos títulos do skatista, resolveu largar os skates para descansar. Quem assume o papel no desenvolvimento do mais novo título relacionado a Tony Hawk é a Creat Studios, com um jogo que promete reinventar a roda nos portáteis.

Trata-se de Tony Hawk’s Motion, o tão especulado game exclusivo para Nintendo DS que conta com um periférico sensível a movimentos. Prepare-se para torcer e girar seu portátil com este jogo único e radical que promete reerguer a franquia.
Praticando skate de forma única

Cada cópia de Tony Hawk’s Motion irá contar com um periférico com sensores de movimento que deve ser acoplado no slot para cartuchos do Game Boy Advance — disponível no Nintendo DS original e em sua versão Lite. Como muitos já sabem, a nova versão do portátil da Nintendo teve a entrada para cartuchos removida, algo que impede, até o momento, a execução de Tony Hawk’s Motion.

Quem já experimentou qualquer um dos títulos do skatista no Nintendo DS não se sentirá como um estranho na pista de skate. A engine utilizada em Motion será a mesma dos títulos antecessores, a qual foi criada pela Viscarious Visions. Além do periférico, o jogo também oferece algumas outras novidades interessantes.

A Creat Studios definitivamente se focou no público casual com seu estilo de jogabilidade. Assim como acontece no Wii, o “console para todos”, os controles abrangem comandos intuitivos e de fácil aprendizado. Para pilotar seu skatista, é necessário inclinar o console para a direita ou para esquerda, fazendo com que o acelerômetro do periférico detecte movimentos sutis.

Já para as manobras, Motion exige que o jogador movimente rapidamente o console, simulando a ação real ocorrida na prática. Nos corrimões o esquema é um pouco mais complicado e requer muita precisão nos movimentos do jogador. Além de ter de ser exato no momento do salto, é necessário manter o equilíbrio.

Radicalizando também na neve

Quatro localidades abrangem o mundo de Tony Hawk’s. Burlington e Zermatt são lugares para descidas com Snowboard, enquanto Tokyo e Dubai mantêm o tradicional skate. Sim, além das rodinhas, você também irá deslizar pela neve com suas pranchas. Fora esta mudança, Tony Hawk’s Motion também sofreu alterações na perspectiva em relação aos outros títulos para DS.

A progressão do novo jogo encontra-se mais dinâmica, fornecendo uma sensação ampliada de liberdade. Alguns momentos mais radicais serão enfatizados, como em Slalom e em determinados corrimões.

Dois jogos pelo preço de um

Aproveitando o lançamento do periférico sensível a movimentos, a Activision disponibilizou outro título que será incluso junto ao pacote de Tony Hawk’s Motion. Hue Pixel Painter não possui skatistas ou esportes radicais. Contudo, o jogo usufrui dos recursos da nova bugiganga da Activision, colocando o jogador no controle de uma bolha para realizar uma série de pequenos desafios. O objetivo de cada um deles é utilizar muita tinta para colorir objetos, adquirindo pontos de acordo com a velocidade em que a ação é executada.

Tony Hawk’s Motion definitivamente é um jogo promissor. Seu periférico com sensores de movimento aparenta ser uma excelente manobra para reerguer a franquia. Além disso, muitos frutos podem ser gerados a partir da geringonça, como é o caso de Hue Pixel Painter, game incluso no pacote de Motion. Snowboards e novos desafios são apenas algumas das novidades de Hawk, em um jogo com data de lançamento prevista para o mês de novembro.

Fonte: Baixaki Jogos

O paizão está a solta na PSN. O Baixaki Jogos conferiu a demo de Bioshock para o PS3.


Considerado por muitos como um dos melhores títulos de 2007, BioShock é sem sombra de dúvida um excelente jogo de tiro em primeira pessoa (FPS). A 2K Games e a Irrational Games, conceberam um verdadeiro campeão ao juntarem suas forces para desenvolver este game.

Sua história estranha e envolvente (que já garantiu a produção de uma adaptação para os cinemas) se aliaram a uma jogabilidade ágil, gráficos espetaculares e uma inteligência artificial desafiadora.

Mesmo em meio a uma leva de jogos que se superam cada dia mais e competem acirradamente pelo posto de melhor, há aqueles que se destacam pela inovação e ótima aplicação dos recursos gráficos e controles, Bioshock certamente foi um desses títulos.

A história peculiar mistura um conceito futurista com características dos anos 40, tudo regado ao melhor estilo publicitário e arquitetônico do movimento Art Déco e ambientado na claustrofóbica cidade submersa de Rapture, construída para abrigar gênios como médicos, pesquisadores e artistas de renome, visando protegê-los de uma sociedade retrógrada e preconceituosa, que reprime a evolução tecnológica com base em dogmas.

Agora, o aclamado FPS da Irrational Games finalmente deve aportar no PS3. Lançado originalmente para o Xbox 360 e PC, o jogo recebeu um cuidado especial da desenvolvedora que promete a mesma qualidade das edições anteriores com algumas melhorias consideráveis, incluindo novos níveis e aperfeiçoamentos na jogabilidade.

A versão demonstrativa de Bioshock para o PS3, lançada no dia 2 de outubro, revelou com quantos paus se faz um port.

O fio da meada

O treco escolhido para a demo do jogo é justamente a introdução do título, que acompanha o protagonista no início da sua aventura, quando o avião no qual viajava acaba caindo em pleno Oceano Atlântico.

Tentando sair do local prestes a sucumbir às gélidas águas do oceano você visualiza um torre imponente, a única construção presente na vastidão do horizonte azul. Nadando através da fuselagem flamejante você finalmente chega à edificação, apenas para constatar de que não há ninguém no local.

Isolado no meio do Oceano a sua melhor esperança é explorar o local e tentar encontrar um meio de retornar a civilização. Dentro da torre todos os caminhos levam ao mesmo lugar, uma batisfera (não é a esfera do Batman). Assim que você ativa o veículo submergível ele começa a descer até as profundezas do oceano.
Para tornar a jornada menos enfadonha uma breve apresentação do idealizador da utópica Rapture, Andrew Ryan, que explica o conceito por trás da sua cidade de gênios. No mesmo vídeo você também pode conferir algumas dos vários comerciais estilizados que remetem diretamente ao estilo Art Deco.

Assim que o submergível alcança o seu destina você é acossado por um slasher (um dos vários habitantes mentalmente afetados que rondam os corredores de Rapture) e com a ajuda de Atlas (outro residente da cidade submersa) você sobrevive ao encontro e assegura a primeira arma do jogo, uma chave inglesa.

Tudo acontece de forma bem didática, explicando os comandos básicos e a dinâmica de jogo, uma espécie de tutorial no meio da ação. Também vale lembrar que durante toda a demo não foi possível encontrar nenhum diferença da trama ou dos cenários em relação às versões do PC e 360.

Mergulhando no jogo

Pelo que pode ser observado na demo os controles estão análogos ao do Xbox 360. O gatilho da esquerda (L2) dispara os plasmids e o botão superior da esquerda (L1) escolhe entre os diferentes aprimoramentos genéticos. Enquanto o gatilho da direita (R2) aciona as armas e o superior direito (R1) escolhe entre os armamentos.
Os gráficos estão um pouco aquém das versões anteriores. O jogo parece estar rodando suavemente, sem grandes problemas na taxa de quadros por segundo ou no carregamento das texturas.

O problema mais evidente fica por conta do anti-alising, que deixa a desejar e entrega várias linhas serrilhadas através do cenário. Além disso, as cores parecem estar mais escuras, o que pode até ser desculpado como uma escolha estética para reforçar a ambientação sinistra acaba prejudicando um pouco a visualização dos elementos do ambiente.

O som continua par com a qualidade apresentada nas outras versões do jogo. Dos gritos das irmãzinhas aos grunhidos dos Big Daddys. Todos os sons de Bioshock têm a função de assustar o jogador, até mesmo os sons corrompidos das gravações encontradas ao longo dos níveis servem para deixar o clima mais tenso com o suas narrações sinistras em meio a um mar de chiados e um tilintar de ruídos estranhos.

Submergindo

No final das contas a demo de Bioshock revelou poucas mudanças em relação ao original. Mas já deu um gostinho aos fãs de jogos de FPS com toques de horror que ansiavam pela chegada deste título no PS3.

A 2K Games prometeu novos cenários, infelizmente nenhum deles estava presente na demo, mas mesmo sem qualquer diferença significativa a simples chegada de Bioshock para o PlayStation 3 já deve ser celebrada.

O jogo está agendado para o dia 24 de outubro.

Fonte: Baixaki Jogos



NBA 09: The Inside - Estratégia, minigames e até basquete!


Seria bastante equivocado associar o basquete azarão da Sony a uma jogabilidade primorosa ou mesmo um bom nível de simulação. Isso porque a série sempre dividiu consideravelmente o seu foco entre o que se pode fazer dentro e fora das quadras, embora sempre tenha sido capaz de oferecer uma experiência de jogo suficientemente decente.
Bem, a última iteração da série no PSP parece continuar com a mesma fórmula. O Baixaki Jogos resolveu dar uma conferida na recente demonstração jogável disponibilizada ao grande público para ver como o basquete “coringa” da Sony pode se sair esse ano.

Mesmo sendo apenas uma demonstração, NBA 09 já da mostras de que a fórmula básica, de maneira geral, permanece a mesma para esse ano. Enquanto que NBA Live 09 e NBA 2k9 trazem demonstrações que vão diretamente ao ponto, colocando o jogador com uma bola na mão e uma cesta na frente da cara, The Inside traz três possibilidades para se experimentar a nova jogabilidade: “Exhibition”, “Bang The Boards” e “Shootin’ Bricks”.

O basquete

Exhibition traz simplesmente um jogo rápido entre Lakers e Celtics. Escolha o seu time, escolha quem jogará em casa e pronto, a bola vai para o alto e o jogo começa. Para embalar as partidas, você fica com os comentários (às vezes um pouco repetitivos) de Ian Eagle e Kenny Smith É hora de ver como as coisas devem ficar na hora das partidas de basquetes propriamente ditas.

Basicamente, tanto a movimentação quanto os lances parecem ter mudado muito pouco em relação às versões anteriores. O jogo ainda mantém um andamento rápido em um estilo mais arcade se comparado com as últimas iterações das franquias rivais. O aro colorido em volta da bola, que é uma das marcas registradas da série, pode ainda confundir um pouco no início, mas acaba se tornando intuitivo com o tempo.

Enterrar também continua sendo muito fácil: chegue perto do garrafão, aperte “quadrado” e o jogador vai, provavelmente, mergulhar ostensivamente a bola no aro, balançando toda a tabela durante o processo — o que, é claro, não pode faltar. As formas de enterrar também continuam com uma boa variedade.

Ah, sim, e tem a IA que, a bem da verdade, continua meio que na mesma. Ou seja, dentro de um estreito limite que vai de um Q.I. de repolho até um jogador de verdade. Ofensivamente, os jogadores vão arremessar quando provavelmente não seria o melhor momento e também vão acabar não tomando as melhores decisões muitas vezes. Também não é muito difícil “apelar” depois que se percebe alguns padrões de jogo do computador.

Defensivamente, entretanto, a coisa vai bem. A defesa adversária normalmente se organiza bem e traz uma boa partida. Entretanto, qualquer um que tenha jogado NBA Live ou mesmo 2k9 vai perceber em The Inside uma facilidade um pouco maior para se conseguir acesso ao garrafão.

Os gráficos também estão bonitos, extraindo algumas belas texturas da tela do PSP. O jogo, de forma geral, corre bastante fluído, com movimentos rápidos e bastante convincentes.

Os minigames

“Bang The Boards” e “Shootin’ Bricks” são as formas de se jogar NBA 09 que trazem duas coisas: a marca registrada da franquia e uma boa possibilidade para o jogador casual que busca alguma diversão rápida e descompromissada no seu portátil.

“Bang The Boards” é uma disputa homem-a-homem por pontos e número de rebotes. Você escolhe um jogador com base nos seus atributos para em seguida ser colocado contra um jogador controlado pelo computador em uma metade de campo onde inúmeras bolas despencam sobre a cesta. Pegue diretamente a bola ou um rebote e converta. Simples assim.
á “Shootin’ Bricks” realmente não tem absolutamente nada a ver com basquete. Trata-se a bem da verdade de uma das inúmeras variações do clássico Pong, uma que já é até bem conhecida do público casual. O desafio consiste simplesmente em rebater uma bolinha contra vários tijolos dispostos sobre um fundo de quadra de basquete utilizando uma base móvel.

Os clássicos “power-ups” também estão presentes, permitindo, por exemplo, aumentar o tamanho da base móvel. Enfim, um jogo clássico que provavelmente seria a última coisa que você esperaria encontrar em um jogo de basquete. Ou não? De qualquer forma, entre um clássico e outro, pode ser bom para descontrair.

É claro, NBA 09 The Inside ainda traz várias outras novidades, como a possibilidade de você ser o técnico e mesmo o empresário daquele seu time do coração. Vários outros minigames também estarão inclusos, assim como vários outros desafios mais ligados ao basquete.
Entretanto, são adições que você poderá comprovar apenas na versão completa do jogo, já que a demonstração fica mesmo nisso aí. O negócio é esperar para comprar a versão definitiva... ou por algo um pouco mais próximo da simulação, caso você seja um fanático por basquetebol. De qualquer forma, trata-se de uma boa experiência para um portátil.

Fonte: Baixaki Jogos