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sábado, 18 de julho de 2009

Versão para PC poderá ser inteiramente jogada em 3D!

Existe uma máxima mais ou menos constante na indústria de games: normalmente, um jogo grande sai primeiro para consoles, para apenas posteriormente encontrar o seu caminho até os usuários de PC. Mas, quando finalmente o jogo desembarca (naquele momento em que outros jogadores já fecharam, tornaram a fechar e abriram todos os extras possíveis das suas versões), este ao menos traz algum agrado extra, para que pareça que o tempo de espera de fato valeu a pena.

Bem, esse não é exatamente o caso da versão para PC de Resident Evil 5. Quer dizer, de fato existem aqui aquelas pequenas benesses que aparecem para aplacar a agonia da espera. Entretanto, um pequeno detalhe pode mesmo mudar completamente a experiência de Resident Evil 5 no próximo mês de setembro: são os famigerados óculos estereoscópicos. Ou, mais popularmente, os “óculos 3D”.



3D = dor de cabeça? Não aqui!

E nós não estamos falando aqui do bom e velho óculos anáglifo — popular nos anos 80, que trazia uma lente vermelha e outra azul, e geralmente estampava a cara de um adolescente cheio de espinhas —, mas sim uma moderna lente estereoscópica escura, cuja vantagem mais óbvia é a de não produzir uma dor de cabeça lancinante após alguns minutos de jogo.

Nada de óculos coloridos e dor de cabeça aquiAlém disso, as renderizações em 3D não devem apenas se limitar a uma ou outra animação, mas sim atravessar todo o jogo, debulhando balas, gosma e tentáculos diretamente na cara do extasiado jogador. A nova dimensão de RE 5 é resultado da parceria entre Nvidia e Capcom, e esta garante que a tecnologia 3D Vision da Nvidia é tão leve, que foi facilmente incorporada às linhas de código originais do jogo.

Os resultados são verdadeiramente impressionantes. Como um exemplo, no capítulo 1-2, quando Chris e Sheva encaram o primeiro chefe do jogo (composto por vermes e outras substâncias inomináveis), a animação mostra a câmera girando em volta dos agentes enquanto tiros são disparados. Cada cápsula de cada tiro é então jogada diretamente para fora da tela, em um espetáculo realmente digno de nota.

Em um segundo momento, a criatura começa a se arrastar através da cela, deixando um rastro de vermes e lodo que — adivinhe? — também é deliberadamente arremessada para fora da tela, complementando a bela animação em 3D da criatura.

Porém...

Bem, mas nem tudo aqui são glórias, e vale a penas chamar a atenção para dois pontos em particular. Primeiramente, entra em cena o mesmo entrave colocado recentemente pelo Baixaki Jogos (conforme você pode ler na última prévia de Invincible Tiger: The Legend of Han Tao): realmente não é qualquer equipamento que será capaz de rodar a tenologia.

Além de uma máquina à altura (com uma placa de vídeo realmente bem decente), também será necessário ter um monitor compatível com a tecnologia. Isso, é claro, sem falar nos óculos, que deixam muito Dolce & Gabbana no chinelo, custando a bagatela de 200 dólares.

O segundo “porém” é um tanto mais brando: a fim de não acabar com uma imagem tremendamente escura (por conta das lentes), você provavelmente terá que deixar o brilho do monitor em um valor um tanto elevado.

Atraso = perfumarias? Isso sim

A versão para PC ainda deve incluir uma versão expandida do modo Mercenários, com três vezes a quantidade de inimigos em cada fase. Também o modo Versus, embora certamente vá estar presente, pode acabar virando conteúdo para download através da Games for Windos (a “Live” do PC), suportando ainda partidas online e vozes como um auxílio para o modo cooperativo.

Os esquemas de controle também ganham aqui uma perfumaria muito bem vinda. Além de detectar automaticamente a forma de controle que se esteja utilizando (efetuando as devidas mudanças automaticamente), jogar com teclado e mouse ainda fará com que o retículo da mira torne-se mais amplo que o convencional ponto da versão para consoles.

Além disso, cada espaço no seu inventário pode ser acessado através das teclas de 1 a 9 — essa certamente veio bem a calhar. No mais, um ampliado número de itens e vestimenta, tal qual a tradição de versões atrasadas.

Enfim, a Capcom pretende provar com as modificações todas que, de fato, valeu a espera por Resident Evil 5 para PC. O que realmente é provável que aconteça, já que jogar RE com lama, tentáculos, vermes e vísceras voando para fora da tela certamente garante uma experiência nova, e as melhorais concernentes à jogabilidade são realmente muito bem vindas.

É claro, uma reformulação no Q.I. de rúcula da Sheva controlada pelo computador também seria muito bem vinda. Bem, não se pode ter tudo. Resident Evil 5 deve aportar nos PCs dia 15 de setembro. Aguarde Novidades

Fonte: Baixaki Jogos

Espero que meu pc rode.. ;P

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

F.E.A.R. 2

Passados três anos do lançamento original do primeiro FEAR, é natural esperar que a sua aguardada seqüência seja algo mais do que um material fantasmagórico reciclado. Longe disso, FEAR 2 Project Origin deve levar o desafio original a um novo patamar de qualidade e realismo, acrescentando não só gráficos condizentes com as atuais tecnologias como uma história ainda mais complexa, que deve ser capaz de novamente causar o bom e velho frio na espinha.

Sim, ela está de volta. Não, não é a Samara Morgan.

Com vocês, Michael Beckett

Pois é, nada mais de “Point Man” agora. A figura genérica e excessivamente lacônica do primeiro jogo foi substituída por Michael Beckett, um membro da Delta Force cuja esquadra é mandada para prender Genevieve Aristide pouco antes do desfecho do primeiro FEAR. Entretanto, a equipe acaba sendo apanhada pela explosão que destruiu a cidade de Auburn.

...e mais verdades sobre o famigerado Project Origin. De fato, a maior parte da história de Project Origin trata justamente das conseqüências do desastre, o qual teve origens tanto nucleares quanto paranormais. Em meio ao caos completo, existe ainda uma cidade que está completamente apinhada de forças paramilitares (tanto tropas mercenárias quanto clones), na qual ainda se poderá encontrar novamente a famigerada criação do cientista Harlan Wade: um terrível apocalipse psíquico liberado na forma de uma garota de 8 anos de idade chamada Alma.

Project Origin promete justamente revelar parte do mistério que envolve o desventurado projeto. Na pele de Becket, você ainda terá, é claro, a mesmo poder de “câmera lenta” do protagonista anterior. Como? Através de uma cirurgia em algum ponto do jogo. Pois é.

Abaixo a clonagem de ambientes

Certamente que FEAR foi um ótimo jogo, mesclando decentemente jogabilidade, história e uma boa dose de suspense. Entretanto, assuma-se, as clonagens não se mantinham apenas no âmbito da criação de soldados inimigos. Enquanto que esses tinham sem dúvida o mesmo visual por serem justamente clones, todo o ambiente ao redor também parecia às vezes saído diretamente de um molde, conforme cada local visitado parecia estranhamente familiar.

Bem, esse deslize parece ter sido completamente corrigido em Project Origin, na medida que uma das maiores promessas envolve justamente a inclusão de ambientes às vezes visceralmente opostos. O que é ótimo.

A variedade de ambientes parece ser a nova lei.

Basicamente, agora você vai sair de uma batalha contra mercenários no topo de um prédio para, eventualmente, cair diretamente nas perigosas ruas de Auburn ou mesmo em uma escola abandonada — tudo sempre permeado de tudo o que fez do primeiro FEAR um ótimo jogo: espectros, ninjas obscuros e todo tipo de poderio paramilitar armado até os dentes. E, bem, é claro que os clichês não poderiam (e nem deveriam) ser completamente evitados. Assim sendo, espere também encontrar instalações militares secretas.

Mais um dia no trabalho...


À primeira vista ele poderia parecer um prosaico professor, sentado ao piano golpeando algumas teclas. Entretanto, ao se aproximar, você não vai descobrir um excelente método didático, mas sim uma criatura capaz de reanimar corpos utilizando poderes psíquicos e também de gritar para desorientá-lo. Pois é, mais um dia de trabalho na First Encounter Assault Recon.

De maneira geral, Project Origin traz o mesmo estilo de inimigos que permeou o primeiro jogo. Tem-se novamente as presenças de seres como os “remnants” e também dos incríveis ninjas “high-tech” que davam bastante dor de cabeça no primeiro jogo — novamente, será bastante recomendável segurar o fluxo do tempo para derrotá-los sem maiores problemas.

A estréia no time inimigo vem na forma dos “specimens”, frutos de experiências com cadáveres que não deram muito certo. Tratam-se de criaturas com cabeças e membros atados nos seus torsos e que podem escalar paredes como aranhas.

Um maravilhoso legado japonês em Project Origin. Para todas as esquisitices contidas em FEAR 2 existe ainda a promessa de uma melhoria considerável na IA (inteligência artificial). Aparentemente , os seus açoites durante o jogo (sejam eles humanos ou paranormais) serão capazes de jogar granadas, se esconder e rolar para apagar o fogo do próprio corpo, ostentando toda uma coleção de movimentos muito mais naturais.

Bem, e como fazer para enfrentar esse verdadeiro mar de entidades psíquicas? Certamente que utilizando as boas e velhas armas conhecidas de jogos do estilo. Entretanto, uma nova geringonça deve ajudar bastate o novato Becket: são armaduras/estruturas robóticas que deve ajudar sobretudo nas batalhas em campo aberto. Lentas, mas sem dúvida devem fazer um bom estrago, além de serem vitais em alguns momentos do jogo.

Ainda mais convincente

FEAR realmente nunca pecou por ser pouco convincente. Tudo bem, você pode não propriamente ter sentido medo ao jogar a versão original do jogo, mas provavelmente os ambientes detalhados juntamente com a história no mínimo macabra e as aparições de “poltergeists” eventualmente o faziam olhar para trás sobre ombros.

Bem, esse clima tenso deve estar ainda mais presente em Project Origin, conforme os gráficos foram retrabalhados e os sons ficaram ainda mais realistas. Quer dizer, paralelamente a texturas e ótimos efeitos de sombra, o jogo deve trazer ainda sons que devem deixar mesmo os mais céticos um pouco incomodados, o que inclui gemidos e lamúrias espectrais. E, para completar, a trama ainda será regida por ótimas dublagens, incluindo a da reverenciada Jen Taylor (Halo e Left 4 Dead).

Fonte: Baixaki Jogos

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Guitar Hero: World Tour [Prévia]




Periféricos inovadores e um estúdio embutido.
Quem tem acompanhado o andamento da franquia “rocker” da Activision não vai poder negar algo que é fato: a empresa tem investido pesado para transformar Guitar Hero: World Tour em algo muito além de uma seqüência “caça-níqueis”. Pode-se considerar o título como um verdadeiro salto — tanto em quantidade quanto em qualidade — em relação aos jogos anteriores.

Acompanhar alguns dos maiores clássicos do rock transformando a sala de casa em um palco já era algo divertido? Que tal agora compor os seus próprios “clássicos”? Palhetar e pressionar cinco notas coloridas já era algo divertido? O que dizer então da nova barra para slides que deve ainda trazer várias outras funcionalidades e possibilidades até mesmo para composição? Realmente, Guitar Hero: World Tour parece quase o nascimento de uma nova franquia.

Novas “armas”

Antes de começar a falar sobre toda a extensão de um dos títulos mais esperados atualmente, vale falar aqui um pouco sobre as novas e melhoradas “armas” que deverão acompanhar World Tour.

  • Guitarra
Um dos saltos mais evidentes está na nova guitarra de botões coloridos. Bom, em primeiro lugar, vale ressaltar aqui: não, você não perdeu o seu dinheiro comprando um dos modelos antigos do periférico (a Les Paul ou a Explorer). De forma alguma. A Activision garante a completa compatibilidade das antigas guitarras com o novo título. Porém, algumas novidades só serão plenamente experimentadas com o novo e totalmente reformulado periférico.

Assim que se bate o olho na nova guitarra, a primeira coisa que se percebe é a nova barra sensível ao toque. Isso para o caso de você não ser um esteticista, que provavelmente repararia primeiro no visual totalmente reformulado do instrumento, que é maior — o que faz com que se pareça muito mais com uma guitarra de verdade — e possui agora um acabamento muito mais refinado.

Entretanto, em termos de jogo, a nova barra é um acréscimo bastante significativo, tanto para compor a nova jogabilidade quanto para criar os seus próprios “riffs” no Music Creator. Em relação à composição, algo será dito mais a frente. Na hora de empunhar a guitarra, as coisas ficam agora bem mais personalizáveis. Isso porque a nova barra permite que se alterem várias características do som durante a execução de uma música.

Pode-se agora alterar o “sustain” (tempo em que a nota fica soando) de uma nota, um acréscimo bastante notável, levando-se em conta que antes a única interação possível com a música se dava através da alavanca da guitarra. Além disso, a barra também facilitará muito as coisas na hora de tocar “tappings” e até mesmo o “slap” do baixo.

Outra diferença bastante evidente é o novo botão “back/select”, que é na realidade a ponte da guitarra. Além de tornar a estética do instrumento muito mais verossímil, o botão ainda serve como uma alternativa para ativar o “star power” e ainda guarda uma funcionalidade para o modo de composição.

Afora isso, é a boa e velha guitarra de Guitar Hero, sem fio, com um acelerômetro para ativar os especiais e um acabamento polido — que deve ganhar agora novas “faceplates” (placas que cobrem a frente da guitarra) como adorno. O direcional também ganhou um estilo novo, parecendo agora um verdadeiro “knob” de guitarra.

  • Bateria

Talvez o novo kit de bateria de World Tour não vá tão longe quanto a bateria eletrônica real que será um opcional para o novo Rock Band 2 (que infelizmente também deverá ter preço de bateria real). Não obstante, o novo periférico apresenta vários novos atributos para acompanhar o ar de coisa nova do título.
Em primeiro lugar, acabaram-se as brigas com os vizinhos. Isso porque o kit é muito mais silencioso do que aquele que acompanha Rock Band, já que possui um isolamento muito maior. Além disso, aquela sua tia de mais idade não vai correr o risco de tropeçar em fios já que, assim como a guitarra, a nova bateria é wireless.

Vamos à estrutura: são três pads — com o diâmetro um pouco maior que o do concorrente —, dois pratos e um pedal de bumbo. Os dois pratos ficam nos tons, e podem ter a sua altura regulada. Os especiais são disparados batendo-se nos dois pratos ao mesmo tempo.

O novo kit também terá a sua parcela de contribuição às novas possibilidades de composição de World Tour. Os pads agora respondem de acordo com a velocidade da batida, o que terá um impacto direto na hora de criar as suas próprias músicas.

Microfone

O “frontman” da banda contará com um microfone que, para todos os efeitos, é exatamente isso: um microfone. Assim como os demais periféricos, este não terá fio. Entretanto, em alguns momentos do jogos será inevitável o uso do controle padrão — para navegar pelos menus, etc.

Diferentemente do que acontecia em Rock Band, não será necessário esperar por um momento específico para disparar os especiais. Tendo energia suficiente acumulada, basta que se bata no periférico ou se faça sempre o mesmo som padrão para se ter o efeito.

Criando o seu próprio rockstar
Apesar da afirmação da Activision de que World Tour trará astros de rock reais para serem utilizados como “avatares” durante o jogo — nenhum nome foi citado até o momento —, muita gente com certeza vai preferir colocar o seu próprio tempero e criar um músico à sua maneira.

E isso será possível, já que o título trará o mesmo modo de personalização contido em jogos como os da série Tony Hawk ou Tiger Woods. Praticamente qualquer coisa é possível, desde o roqueiro mais clássico até algo similar a um marciano. É claro que aqueles menos dotados de inclinação artística ou paciência poderão simplesmente utilizar alguns padrões prontos.

Entretanto, quem quiser criar algo realmente único poderá alterar praticamente qualquer coisa, desde sexo, estilo (punk, gótico, “rocker”, etc.) até o tamanho da mandíbula, queixo, bochecha, olhos, orelhas e até mesmo as sobrancelhas. Também será possível criar um verdadeiro astro do “glam” alterando a cor da pele e acrescentando toneladas de maquiagem.

Será possível até mesmo escolher as poses que o seu astro faz quando entra no palco, termina bem um show ou é vaiado. Além disso, existe ainda uma infinidade de roupas e outros acessórios com os quais se pode gastar o dinheiro ganho nos palcos.

Instrumentos virtuais

Para aqueles mais inclinados em personalizar tudo o que aparece pela frente, vai uma boa notícia: em World Tour até mesmo os instrumentos poderão ter a sua marca pessoal.
Será possível criar uma assinatura sua tanto no microfone quanto na guitarra, na bateria ou no baixo. Para o baixo e a guitarra, deve-se escolher inicialmente o formato básico do corpo. Em seguida escolhe-se a cor, o formato do “headstock”, as marcações das casas, a placa que cobre o instrumento, os potenciômetros, os captadores, a ponte e até mesmo o tipo de corda. Isso sem falar na enorme quantidade de decalques que podem ser colados para finalizar a “obra”.

Até mesmo as faixas que correm sob as notas durante a música poderão ser modificadas.

Criar uma bateria e um microfone será uma tarefa bastante similar, embora um pouco mais limitada. Para a bateria, o jogo oferecerá também uma variedade de formatos, acabamentos e texturas, sendo que será possível ainda colocar em frente ao bumbo um adesivo com o nome da banda ou qualquer outra coisa. O vocalista terá apenas a possibilidade de escolher entre tipos de microfones, pedestais e a cor — afinal, é apenas um microfone.

Um verdadeiro estúdio embutido

Desde o seu anúncio oficial, um dos acréscimos mais comentados de Guitar Hero: World Tour tem sido o novo e totalmente original Music Creator. Entretanto, até pouco tempo atrás, não se tinha a real idéia de até onde essa ferramenta seria capaz de ir. Bem, ela vai longe. Muito longe.

Em primeiro lugar, vale lembrar que, sim, é uma ferramenta em teoria bastante completa e, justamente por isso, também bastante complexa. Entretanto, não se trata de um aparato confuso destinado apenas para os mais aficionados por mixagem e assuntos afins. Se o jogador quiser, pode simplesmente sair tocando; o jogo simplesmente dá conta do resto.

É claro que isso é quase um pecado, já que o colorido da coisa está realmente nas amplas e variadas ferramentas de criação. Talvez o único ponto negativo seja a impossibilidade de se criar linhas vocais.

O jogo também sabe tratar muito bem aquelas pessoas com mais euforia do que conhecimento de música, oferecendo para isso uma ajuda passo a passo para criar a primeira composição.

Para começar a criação da sua obra prima, deve-se primeiro escolher as linhas básicas de baixo e bateria, ajustando o tempo. Você não tem a menor noção de ritmo e apenas aperta os botões quando chegam ao final da tela? Sem problemas, basta “dizer” ao jogo para encaixar corretamente as suas notas no padrão rítmico escolhido.

O jogador começa escolhendo um kit que vai definir uma espécie de esqueleto para a música. “Loops” de bateria são então designados para cada um dos cinco botões, enquanto que a barra sensitiva pode ser utilizada para interromper uma seqüência rítmica temporariamente e a alavanca vai alterar a afinação das notas. A ponte da guitarra deve ainda acrescentar o efeito “palm mute” às notas.

Encarnando Joe Satriani

Para compor as bases de guitarra, basta que se “rebobine” as linhas de baixo e bateria para em seguida tocar por cima. Por fim, chega um dos momentos mais aguardados: a hora de compor o solo.

Em primeiro lugar, vale citar a nova parceria entre a Activision e a fabricante de amplificadores e modeladores de guitarra, a Line 6 (responsável pelo Pod). Graças à essa tecnologia, World Tour traz uma infinidade de timbres diferentes, podendo variar entre marcas de amplificadores até o número de auto-falante da caixa.

Definido o timbre do instrumento, escolhe-se então a nota que servirá de base e também a escala utilizada no solo. Basta então utilizar os efeitos já citados acima para alterar o som, sendo que a nova barra sensível ainda poderá acrescentar stacattos (notas tocadas de forma ríspida) e também dar mais “sustain”.

Tudo isso com apenas cinco notas disponíveis? De jeito nenhum. Para alterar a altura das notas (mais grave ou mais agudo) basta que se erga ou abaixe o corpo da guitarra. A ferramenta GH Mix ainda deve ajudar na mixagem, permitindo editar seções, copiar e colar o refrão, etc.

Para o caso de se criar uma verdadeira seqüência para “Through The Fire And Flames”, praticamente impossível de ser reproduzida pela maioria dos mortais, a boa mecânica do jogo entra em cena e ajusta as coisas para permitir que os menos “virtuosos” também possam apreciar a sua obra.

Divulgando o seu trabalho

Aproveitando a recente migração dos jogos para universos online, World Tour traz a boa possibilidade de se compartilhar cada um dos seus trabalhos através do GH Tunes. O sistema permitirá que se disponibilize na rede até 100 criações próprias, tendo ainda a possibilidade de se baixar mais de 200 obras de outros artistas dos botões coloridos.

Cada música compartilhada ainda poderá ter uma capa com arte exclusiva. A obra completa será então armazenada de acordo com o gênero. Estando nos servidores da Activision, esta irá avaliar e colocar em um ranking que levará em conta fatores como o número de downloads e as notas dadas por outros usuários.
Bom, depois dessa enxurrada de novidades, vem a inevitável pergunta: quanto essa maravilha toda vai custar? Nenhum valor específico foi citado até o momento, a Activision se limitou a dizer apenas que será um preço “competitivo”. O negócio é ir guardando os tostões.

Guitar Hero: World Tour deve chegar às prateleiras dia 26 de outubro.

Fonte: Baixaki Jogos



Tony Hawk retorna de maneira inovadora no Nintendo DS.


Tony Hawk é com certeza uma das figuras mais conhecidas no mundo dos videogames. Seus jogos foram um sucesso estrondoso, gerando uma legião de fãs do esporte e até mesmo novos atletas entusiasmados com as possibilidades demonstradas pelos jogos. Os portáteis também não ficaram de fora, e ganharam diversos jogos relacionados sob o título Tony Hawk’s Pro Skater — cinco para Game Boy Advance e três para Nintendo DS.

Desta vez, a Viscarious Visions, equipe responsável por uma grande parcela dos títulos do skatista, resolveu largar os skates para descansar. Quem assume o papel no desenvolvimento do mais novo título relacionado a Tony Hawk é a Creat Studios, com um jogo que promete reinventar a roda nos portáteis.

Trata-se de Tony Hawk’s Motion, o tão especulado game exclusivo para Nintendo DS que conta com um periférico sensível a movimentos. Prepare-se para torcer e girar seu portátil com este jogo único e radical que promete reerguer a franquia.
Praticando skate de forma única

Cada cópia de Tony Hawk’s Motion irá contar com um periférico com sensores de movimento que deve ser acoplado no slot para cartuchos do Game Boy Advance — disponível no Nintendo DS original e em sua versão Lite. Como muitos já sabem, a nova versão do portátil da Nintendo teve a entrada para cartuchos removida, algo que impede, até o momento, a execução de Tony Hawk’s Motion.

Quem já experimentou qualquer um dos títulos do skatista no Nintendo DS não se sentirá como um estranho na pista de skate. A engine utilizada em Motion será a mesma dos títulos antecessores, a qual foi criada pela Viscarious Visions. Além do periférico, o jogo também oferece algumas outras novidades interessantes.

A Creat Studios definitivamente se focou no público casual com seu estilo de jogabilidade. Assim como acontece no Wii, o “console para todos”, os controles abrangem comandos intuitivos e de fácil aprendizado. Para pilotar seu skatista, é necessário inclinar o console para a direita ou para esquerda, fazendo com que o acelerômetro do periférico detecte movimentos sutis.

Já para as manobras, Motion exige que o jogador movimente rapidamente o console, simulando a ação real ocorrida na prática. Nos corrimões o esquema é um pouco mais complicado e requer muita precisão nos movimentos do jogador. Além de ter de ser exato no momento do salto, é necessário manter o equilíbrio.

Radicalizando também na neve

Quatro localidades abrangem o mundo de Tony Hawk’s. Burlington e Zermatt são lugares para descidas com Snowboard, enquanto Tokyo e Dubai mantêm o tradicional skate. Sim, além das rodinhas, você também irá deslizar pela neve com suas pranchas. Fora esta mudança, Tony Hawk’s Motion também sofreu alterações na perspectiva em relação aos outros títulos para DS.

A progressão do novo jogo encontra-se mais dinâmica, fornecendo uma sensação ampliada de liberdade. Alguns momentos mais radicais serão enfatizados, como em Slalom e em determinados corrimões.

Dois jogos pelo preço de um

Aproveitando o lançamento do periférico sensível a movimentos, a Activision disponibilizou outro título que será incluso junto ao pacote de Tony Hawk’s Motion. Hue Pixel Painter não possui skatistas ou esportes radicais. Contudo, o jogo usufrui dos recursos da nova bugiganga da Activision, colocando o jogador no controle de uma bolha para realizar uma série de pequenos desafios. O objetivo de cada um deles é utilizar muita tinta para colorir objetos, adquirindo pontos de acordo com a velocidade em que a ação é executada.

Tony Hawk’s Motion definitivamente é um jogo promissor. Seu periférico com sensores de movimento aparenta ser uma excelente manobra para reerguer a franquia. Além disso, muitos frutos podem ser gerados a partir da geringonça, como é o caso de Hue Pixel Painter, game incluso no pacote de Motion. Snowboards e novos desafios são apenas algumas das novidades de Hawk, em um jogo com data de lançamento prevista para o mês de novembro.

Fonte: Baixaki Jogos

O paizão está a solta na PSN. O Baixaki Jogos conferiu a demo de Bioshock para o PS3.


Considerado por muitos como um dos melhores títulos de 2007, BioShock é sem sombra de dúvida um excelente jogo de tiro em primeira pessoa (FPS). A 2K Games e a Irrational Games, conceberam um verdadeiro campeão ao juntarem suas forces para desenvolver este game.

Sua história estranha e envolvente (que já garantiu a produção de uma adaptação para os cinemas) se aliaram a uma jogabilidade ágil, gráficos espetaculares e uma inteligência artificial desafiadora.

Mesmo em meio a uma leva de jogos que se superam cada dia mais e competem acirradamente pelo posto de melhor, há aqueles que se destacam pela inovação e ótima aplicação dos recursos gráficos e controles, Bioshock certamente foi um desses títulos.

A história peculiar mistura um conceito futurista com características dos anos 40, tudo regado ao melhor estilo publicitário e arquitetônico do movimento Art Déco e ambientado na claustrofóbica cidade submersa de Rapture, construída para abrigar gênios como médicos, pesquisadores e artistas de renome, visando protegê-los de uma sociedade retrógrada e preconceituosa, que reprime a evolução tecnológica com base em dogmas.

Agora, o aclamado FPS da Irrational Games finalmente deve aportar no PS3. Lançado originalmente para o Xbox 360 e PC, o jogo recebeu um cuidado especial da desenvolvedora que promete a mesma qualidade das edições anteriores com algumas melhorias consideráveis, incluindo novos níveis e aperfeiçoamentos na jogabilidade.

A versão demonstrativa de Bioshock para o PS3, lançada no dia 2 de outubro, revelou com quantos paus se faz um port.

O fio da meada

O treco escolhido para a demo do jogo é justamente a introdução do título, que acompanha o protagonista no início da sua aventura, quando o avião no qual viajava acaba caindo em pleno Oceano Atlântico.

Tentando sair do local prestes a sucumbir às gélidas águas do oceano você visualiza um torre imponente, a única construção presente na vastidão do horizonte azul. Nadando através da fuselagem flamejante você finalmente chega à edificação, apenas para constatar de que não há ninguém no local.

Isolado no meio do Oceano a sua melhor esperança é explorar o local e tentar encontrar um meio de retornar a civilização. Dentro da torre todos os caminhos levam ao mesmo lugar, uma batisfera (não é a esfera do Batman). Assim que você ativa o veículo submergível ele começa a descer até as profundezas do oceano.
Para tornar a jornada menos enfadonha uma breve apresentação do idealizador da utópica Rapture, Andrew Ryan, que explica o conceito por trás da sua cidade de gênios. No mesmo vídeo você também pode conferir algumas dos vários comerciais estilizados que remetem diretamente ao estilo Art Deco.

Assim que o submergível alcança o seu destina você é acossado por um slasher (um dos vários habitantes mentalmente afetados que rondam os corredores de Rapture) e com a ajuda de Atlas (outro residente da cidade submersa) você sobrevive ao encontro e assegura a primeira arma do jogo, uma chave inglesa.

Tudo acontece de forma bem didática, explicando os comandos básicos e a dinâmica de jogo, uma espécie de tutorial no meio da ação. Também vale lembrar que durante toda a demo não foi possível encontrar nenhum diferença da trama ou dos cenários em relação às versões do PC e 360.

Mergulhando no jogo

Pelo que pode ser observado na demo os controles estão análogos ao do Xbox 360. O gatilho da esquerda (L2) dispara os plasmids e o botão superior da esquerda (L1) escolhe entre os diferentes aprimoramentos genéticos. Enquanto o gatilho da direita (R2) aciona as armas e o superior direito (R1) escolhe entre os armamentos.
Os gráficos estão um pouco aquém das versões anteriores. O jogo parece estar rodando suavemente, sem grandes problemas na taxa de quadros por segundo ou no carregamento das texturas.

O problema mais evidente fica por conta do anti-alising, que deixa a desejar e entrega várias linhas serrilhadas através do cenário. Além disso, as cores parecem estar mais escuras, o que pode até ser desculpado como uma escolha estética para reforçar a ambientação sinistra acaba prejudicando um pouco a visualização dos elementos do ambiente.

O som continua par com a qualidade apresentada nas outras versões do jogo. Dos gritos das irmãzinhas aos grunhidos dos Big Daddys. Todos os sons de Bioshock têm a função de assustar o jogador, até mesmo os sons corrompidos das gravações encontradas ao longo dos níveis servem para deixar o clima mais tenso com o suas narrações sinistras em meio a um mar de chiados e um tilintar de ruídos estranhos.

Submergindo

No final das contas a demo de Bioshock revelou poucas mudanças em relação ao original. Mas já deu um gostinho aos fãs de jogos de FPS com toques de horror que ansiavam pela chegada deste título no PS3.

A 2K Games prometeu novos cenários, infelizmente nenhum deles estava presente na demo, mas mesmo sem qualquer diferença significativa a simples chegada de Bioshock para o PlayStation 3 já deve ser celebrada.

O jogo está agendado para o dia 24 de outubro.

Fonte: Baixaki Jogos



NBA 09: The Inside - Estratégia, minigames e até basquete!


Seria bastante equivocado associar o basquete azarão da Sony a uma jogabilidade primorosa ou mesmo um bom nível de simulação. Isso porque a série sempre dividiu consideravelmente o seu foco entre o que se pode fazer dentro e fora das quadras, embora sempre tenha sido capaz de oferecer uma experiência de jogo suficientemente decente.
Bem, a última iteração da série no PSP parece continuar com a mesma fórmula. O Baixaki Jogos resolveu dar uma conferida na recente demonstração jogável disponibilizada ao grande público para ver como o basquete “coringa” da Sony pode se sair esse ano.

Mesmo sendo apenas uma demonstração, NBA 09 já da mostras de que a fórmula básica, de maneira geral, permanece a mesma para esse ano. Enquanto que NBA Live 09 e NBA 2k9 trazem demonstrações que vão diretamente ao ponto, colocando o jogador com uma bola na mão e uma cesta na frente da cara, The Inside traz três possibilidades para se experimentar a nova jogabilidade: “Exhibition”, “Bang The Boards” e “Shootin’ Bricks”.

O basquete

Exhibition traz simplesmente um jogo rápido entre Lakers e Celtics. Escolha o seu time, escolha quem jogará em casa e pronto, a bola vai para o alto e o jogo começa. Para embalar as partidas, você fica com os comentários (às vezes um pouco repetitivos) de Ian Eagle e Kenny Smith É hora de ver como as coisas devem ficar na hora das partidas de basquetes propriamente ditas.

Basicamente, tanto a movimentação quanto os lances parecem ter mudado muito pouco em relação às versões anteriores. O jogo ainda mantém um andamento rápido em um estilo mais arcade se comparado com as últimas iterações das franquias rivais. O aro colorido em volta da bola, que é uma das marcas registradas da série, pode ainda confundir um pouco no início, mas acaba se tornando intuitivo com o tempo.

Enterrar também continua sendo muito fácil: chegue perto do garrafão, aperte “quadrado” e o jogador vai, provavelmente, mergulhar ostensivamente a bola no aro, balançando toda a tabela durante o processo — o que, é claro, não pode faltar. As formas de enterrar também continuam com uma boa variedade.

Ah, sim, e tem a IA que, a bem da verdade, continua meio que na mesma. Ou seja, dentro de um estreito limite que vai de um Q.I. de repolho até um jogador de verdade. Ofensivamente, os jogadores vão arremessar quando provavelmente não seria o melhor momento e também vão acabar não tomando as melhores decisões muitas vezes. Também não é muito difícil “apelar” depois que se percebe alguns padrões de jogo do computador.

Defensivamente, entretanto, a coisa vai bem. A defesa adversária normalmente se organiza bem e traz uma boa partida. Entretanto, qualquer um que tenha jogado NBA Live ou mesmo 2k9 vai perceber em The Inside uma facilidade um pouco maior para se conseguir acesso ao garrafão.

Os gráficos também estão bonitos, extraindo algumas belas texturas da tela do PSP. O jogo, de forma geral, corre bastante fluído, com movimentos rápidos e bastante convincentes.

Os minigames

“Bang The Boards” e “Shootin’ Bricks” são as formas de se jogar NBA 09 que trazem duas coisas: a marca registrada da franquia e uma boa possibilidade para o jogador casual que busca alguma diversão rápida e descompromissada no seu portátil.

“Bang The Boards” é uma disputa homem-a-homem por pontos e número de rebotes. Você escolhe um jogador com base nos seus atributos para em seguida ser colocado contra um jogador controlado pelo computador em uma metade de campo onde inúmeras bolas despencam sobre a cesta. Pegue diretamente a bola ou um rebote e converta. Simples assim.
á “Shootin’ Bricks” realmente não tem absolutamente nada a ver com basquete. Trata-se a bem da verdade de uma das inúmeras variações do clássico Pong, uma que já é até bem conhecida do público casual. O desafio consiste simplesmente em rebater uma bolinha contra vários tijolos dispostos sobre um fundo de quadra de basquete utilizando uma base móvel.

Os clássicos “power-ups” também estão presentes, permitindo, por exemplo, aumentar o tamanho da base móvel. Enfim, um jogo clássico que provavelmente seria a última coisa que você esperaria encontrar em um jogo de basquete. Ou não? De qualquer forma, entre um clássico e outro, pode ser bom para descontrair.

É claro, NBA 09 The Inside ainda traz várias outras novidades, como a possibilidade de você ser o técnico e mesmo o empresário daquele seu time do coração. Vários outros minigames também estarão inclusos, assim como vários outros desafios mais ligados ao basquete.
Entretanto, são adições que você poderá comprovar apenas na versão completa do jogo, já que a demonstração fica mesmo nisso aí. O negócio é esperar para comprar a versão definitiva... ou por algo um pouco mais próximo da simulação, caso você seja um fanático por basquetebol. De qualquer forma, trata-se de uma boa experiência para um portátil.

Fonte: Baixaki Jogos

sábado, 23 de agosto de 2008

EA fornece uma pequena amostra de Undercover.


Após os misteriosos sinais (saiba mais clicando aqui) a respeito da continuação da estrondosa franquia Need for Speed, da Electronic Arts, a grande empresa confirmou algumas informações a respeito do seu mais novo título: Need for Speed Undercover. E quando o assunto é Need for Speed, a balbúrdia toma conta dos assíduos fãs da série.Undercover tem tudo para ser o melhor de todos os NFS. Velocidades incríveis e altas apostas de perigo vão fazer com que os jogadores experimentem corridas alucinantes. Comparado pelo próprio John Riccitiello — diretor executivo da EA — com o filme Carga Explosiva, Undercover apresentará um sistema sólido de missões e diversas opções de corrida com perseguições policiais.

Uma sensação dos cinemasMaggie Q, a famosa atriz do cinema internacional, realizará uma forte participação no novo NFS. A atriz será a principal personagem do jogo. Segundo Bill Harrison, produtor executivo de Undercover, "trabalhar com um talento como Maggie Q nos permite sair com um nível de história sem paralelo que manterá os jogadores presos entre corridas a 180 milhas por hora".O mesmo Harrison afirmou que a história de ação intensa e cativante do jogo fará com que os jogadores mergulhem de cabeça no mundo de ficção de Tri-City Bay Area. Dessa forma, Maggie Q irá colaborar de maneira essencial para que os carros quentes envolvam rapidamente o jogador em batalhas destruidoras pelas ruas.

Maggie Q (estrela dos filmes Duro de Matar 4.0 e Missão Impossível III) assumirá o papel da agente federal Chase Linh. Os gamers seguirão as instruções da sedutora protagonista assim que forem avançando nas missões do jogo. Certos trabalhos arriscados deverão ser feitos e corridas insanas serão realizadas para que os jogadores se infiltrem profundamente em um impiedoso sindicato internacional do crime. Sinistro, não?Com isso, Maggie Q, que sempre foi fã de jogos de corrida, será fundamental para o futuro do jogador em Undercover. Depois do trabalho em Undercover, a atriz relatou que mal espera ver o jogo completo, que conta com uma qualidade de produção fora de série, segundo Maggie.

A polícia toma contaA Black Box está desenvolvendo o novo NFS de tal maneira que os cenários policiais tomem conta da maior parte do enredo do game. A jogabilidade fácil e atraente será unida às histórias nas quais o jogador será um policial infiltrado fortemente nas gangues do crime internacional.A essência do jogo, segundo Scott Nielsen (um dos produtores de Undercover) será a perseguição. Segundo Nielsen, tudo será resumido a "perseguir ou ser perseguido". Ainda assim, esse conceito será apresentado de três maneiras diferentes: através do Heroic Driving Engine, através das batalhas nas estradas e através dos disfarces.

Com o Heroic Driving Engine, os jogadores terão a oportunidade de realizar as mais variadas acrobacias nas pistas. Os gamers serão encarados como heróis dignos de grandes produções de Hollywood. O motor de jogo não será restrito apenas às acrobacias, mas também se estenderá ao sistema de danos, à inteligência artificial e à forma como tudo isso será interligado.Quanto à pancadaria dentro das pistas, Nielsen afirma que a inovação irá marcar o novo NFS. Palavras-chave para as corridas: intensas, emocionantes e únicas. Ultrapassar oponentes de diversas maneiras a 150 milhas por hora? "Só jogando para entender", de acordo com o produtor.

Poucas informações e muita água na bocaApesar de Nielsen não ter revelado a lista de carros que aparecerão em Undercover, uma grande variedade de veículos é uma das promessas para o jogo. Marcas européias, americanas e japonesas aparecerão no game, bem como modelos clássicos e as maiores novidades dos famosos salões de automóveis.Além do "modo história" intensamente elaborado, os desenvolvedores ainda não revelaram detalhes a respeito de possíveis modos online ou "Garage Modes". No entanto, a Games Convention 2008, em Leipzig, fornecerá maiores informações a respeito do promissor título.

Need for Speed Undercover será lançado no dia 18 de novembro na América do Norte e no dia 21 de novembro na Europa. As plataformas que receberão o jogo são PlayStation 2, PlayStation 3, PlayStation Portable (PSP), Nintendo DS, Nintendo Wii, PC e Xbox 360.


Veja mais imagens e vídeos clicando aqui.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Fat Princess - E3 2008: Um reinado “gastronômico” toma conta do PlayStation 3.



A Electronic Entertainment Expo (E3) de 2008 continua deixando sua forte marca no vasto universo dos jogos. Desta vez, o assunto é um game simples, visto por muitos críticos como um dos melhores títulos que estão por vir. A ambientação do jogo será incrivelmente direta e amigável, fazendo com que uma princesa um pouco acima do peso tome conta das telas.Fat Princess está sendo desenvolvido pela Darkstar Industries e é a primeira produção da empresa. A parceria com a Sony Computer Entertainment está sendo encarada como uma das mais produtivas dos últimos tempos, sendo que irá resultar em um game imensamente cativante e hilário.Alimente a hierarquia maior“O melhor game da E3”. Isso saiu da boca de várias pessoas que acompanharam a apresentação oficial do jogo no monstruoso evento. Um mix de Animal Crossing com Warhawk, tudo levemente temperado com um pouco de Strawberry Shorcake. Ou seja: muita ação envolvendo temáticas variadas e, conseqüentemente, fortes pancadarias online.
A principal proposta do jogo será fazer com que dois times de jogadores entrem em combate, sendo que cada equipe deverá salvar uma princesa das fortalezas inimigas.Mas haverá um fator diferencial: cada time estará alimentando sua respectiva refém com muitas guloseimas, fazendo com que a importante personagem engorde e tornando a missão de salvamento dos oponentes mais complicada. Com isso, várias pessoas serão necessárias para carregar a princesa através do campo de batalha.Disponibilizado exclusivamente através da rede online da Sony, a PlayStation Network (PSN), o jogo irá enfatizar os embates entre guerreiros medievais (com suporte a até 16 jogadores de cada lado da batalha). Resumidamente: superar o exército inimigo, pilhar o castelo dos adversários e salvar a princesa balofa.Divertido e frenético, dentre outros aspectosCinco diferentes classes diferenciarão as habilidades dos jogadores dentro das pancadarias. Com um “largar de um chapéu”, os gamers conseguirão facilmente alternar entre o temível Warrior, o rápido Archer, o místico Mage, o incansável Worker e o mortífero Priest.Obviamente, o trabalho em grupo será fundamental para o sucesso em Fat Princess. Segundo os desenvolvedores, o nome do jogo é “cooperação”. Uma das tarefas mais árduas será a infiltração no castelo inimigos, seja por arrombamento do portão principal ou seja pela criação de uma pirâmide humana para a escalada dos muros.Os jogadores ainda possuirão a chance de realizar atualizações de suas construções e armas primárias. A coleta de recursos poderá ser feita para que as estruturas básicas de ataque e defesa sejam evoluídas para armamentos bastante superiores e fortificações praticamente impenetráveis.As ambientações serão fundamentais para colaborar com o sólido envolvimento do jogador com a experiência. Dez mapas (divididos pelos curiosos modos de jogo: Rescue the Princess, Thwart the Invasion e Medieval Games) caracterizarão cenários charmosos, desafiantes e diversificados visualmente. Também serão oferecidas opções de jogabilidade singleplayer para os gamers, como campanha independente e funções de inteligência artificial. Ainda assim, está claro que o principal objetivo dos produtores é cativar até 32 jogadores – cada qual com seu próprio Avatar (perfil único) – em pancadarias sangrentas e divertidas. A curiosa atmosfera de Fat Princess aparecerá exclusivamente para o PlayStation 3. Infelizmente, ainda não há data definida para o lançamento do game.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Blood Bowl - O campeonato mais selvagem do mundo de Warhammer está de volta aos videogames !


À primeira vista o mundo fantástico de Wahammer e as jogadas elaboradas do Futebol Americano, não tem nada em comum. Entretanto, basta olhar um pouco mais perto para conferir as semelhanças. Armaduras, exércitos enfileirados, formações estratégicas, todas estas características aplicam-se em ambos os mundos. Com isto em mente e muito bom humor a Focus Home Interactive resolveu unir o útil ao agradável, ou melhor, o monstruoso ao brutal. Aproveitando a idéia original do jogo de tabuleiro da Games Workshop's, a desenvolvedora resolveu colocar as criaturas fantásticas o mundo de Warhammer em meio a um campeonato nada comum de Futebol Americano. Blood Bowl propõem partidas tão selvagens quanto os combates campais de Warhammer, com times formados por Orcs, Elfos, Humanos, Anões e outras aberrações. E nada mais apropriado do que o futebol americano, cuja mistura fina de planejamento tático e força bruta produz um esporte incrível e repleto de alternativas.

Entre orcs e elfos

Desenvolvido pelo estúdio francês, Cyanide, a adaptação de Blood Bowl para os videogames traz todas as principais características do tradicional passatempo estadunidense — que cada vez mais ganha espaço entre os brasileiros —, permitindo assim que o jogador elabore estratégias e táticas de jogo reais, antes e durante as partidas. O jogo oferece dois modos diferentes, no primeiro (que se desenrola em tempo real) você vai encontrar uma jogabilidade intensa na qual as batalhas entre defensores e atacantes vão exigir o máximo da agilidade e força de seus atletas. O diferencial fica por conta da natureza fantástica desses atletas, que a qualquer momento podem utilizar as suas habilidades especiais, como poderes mágicos ou atributos aumentados.O segundo modo de jogo é uma replica exata do jogo original da Games Workshop's. A ação em turnos garante aos fãs do clássico de mesa uma reprodução fiel do título que arrebanhou tantos fãs ao longo dos anos.

A liga do caos

A experiência singleplayer permite que o jogador conduza sua equipe durante uma temporada inteira, na corrida pelo cobiçado troféu de campeão do Old World of Warhammer (Velho Mundo de Warhammer).Como nos RPGs as equipes vão somar os tão desejados “XPs” (pontos de experiência) e poderão utilizar estes para evoluir seus habilidades e atributos. Mas não para por ai, o jogo revela várias funcionalidades que praticamente o transformam em um verdadeiro simulador. Você terá que administrar várias facetas do seu “clube”, da popularidade da equipe, aos patrocínios sem se esquecer das transferências de jogadores (seja por trocas, vendas ou até mesmo morte). No modo multiplayer você vai poder encarar verdadeiras batalhas campais. Através das funcionalidades online, o jogo permite partidas e torneios pela internet, além de manter um ranque com os melhores usuários.O campeonato sangrento de Blood Bowl ainda não tem data para começar, mas tudo indica que o jogo deve ficar pronto até o final deste ano.

domingo, 1 de junho de 2008

Algumas promessas são geradas em torno de FIFA 09.

A Electronic Arts sempre foi conhecida por desenvolver games de simulação esportiva bastante convincentes e impactantes. Obviamente que uma das franquias de maior sucesso no território nacional foi a série FIFA, encarregada de oferecer a cada ano melhorias dentro da simulação do futebol.

Com isso, algumas informações apareceram na web revelando grandes promessas sobre o mais novo título da EA Sports: FIFA 09. As maiores novidades surgiram com melhorias nas versões para o PlayStation 3 e Xbox 360, mas espera-se que o game apareça também nas seguintes plataformas: PC, PlayStation 2, PlayStation Portable (PSP), Nintendo Wii e Nintendo DS.

Quesitos altamente promissores

A Electronic Arts ainda não confirmou nenhuma das informações a seguir, mas diversas fontes na Internet já estão relatando algumas das novidades mais quentes a respeito do novo FIFA para o Xbox 360 e PS3. Aspectos interessantes como melhores opções de personalização e uma jogabilidade mais flexível são algumas das promessas que podem combater a concorrência gerada pela série Pro Evolution Soccer.

Certos sistemas fundamentais receberão grandes atualizações. A física do game será melhorada a ponto de convencer os players de maneira mais impactante, aumentando a envolvência dos jogadores com o esporte. O sistema de animações também receberá novidades, com visuais mais fortes que irão enfatizar mais ainda a simulação do futebol.

Quanto à jogabilidade, algumas promessas estão sendo feitas de maneira perigosa, visto que mexem com as bases da série. Determinadas fontes afirmam que a edição 09 possuirá uma jogabilidade revigorada com melhores tempos de resposta nos comandos e uma velocidade mais dinâmica. Comparando com a edição 08, o jogo tentará cativar o gamer mais rapidamente com a facilidade das jogadas.

Um maior número de times e estádios estará presente no novo título da EA. Mudanças também estão sendo cobiçadas em torno dos modos Be A Pro e Manager Mode, como ângulos diferentes de câmera e opções avançadas. Diversas opções de personalização aparecerão para tornar o game ainda mais interligado com o jogador. Alguns ainda afirmam que FIFA 09 possuirá comemorações interativas, de maneira semelhante ao que ocorre com o game UEFA Euro 2008.

O realismo, aparentemente, será o foco dos desenvolvedores no novo FIFA. Novas mudanças aparecerão também envolvendo a inteligência artificial dos competidores. Os oponentes realizarão alterações nas formações dos jogadores com base no placar da partida. Estilos defensivos e ofensivos poderão ser mexidos com mais facilidade e com melhores opções de personalização.

Recursos técnicos ainda mais avançados

Com modelagens 3D novas e maiores mudanças no peso e altura dos jogadores (o que influenciará em seu desempenho), o game retratará os esportistas de maneira mais convincente em comparação com os atletas da realidade. Gráficos, luzes e texturas aparecerão de maneira apavorante, exibindo mudanças fortes nas torcidas e nos aspectos climáticos durante as partidas.

Algumas fontes falam que fatos inéditos constarão no novo game, como a possibilidade de enxergar o árbitro, os bandeirinhas, a equipe técnica e o próprio banco de reservas. Certos críticos estão anunciando também alterações cruciais no clima e no desenrolar das jogadas com base na umidade do ar e do campo.

Os modos online receberão mudanças positivas, pois informações na Internet estão constituindo boatos sobre partidas disputadas entre 20 jogadores, 10 para cada time. Visto que em UEFA Euro 2008 até 10 gamers conseguem disputar entre si, a EA poderá criar novidades bombásticas no novo FIFA nesse quesito.

Otimistas afirmam que a última edição da franquia terá um tempo curto de carregamento de texturas e demais recursos. Resta conferir mais informações e aguardar por relatos oficiais da EA Sports sobre este promissor título.

Fonte: Baixaki Jogos

sábado, 3 de maio de 2008

Nova aventura de Crash Bandicoot é anunciada



Crash Bandicoot: Mind Over Mutant é o nome do novo desafio que o carismático marsupial Crash deverá enfrentar, mais uma vez, o vilão Neo Cortex e seu mais um plano mirabolante para dominar o mundo: usar um dispositivo que envia mensagens de texto capaz de controlar a mente dos marsupiais e de mutantes.Agora Crash poderá controlar os inimigos e até mesmo guardar os monstros favoritos, melhorá-los e usá-los quando achar oportuno. Dentre outras novas habilidades, Crash poderá cavucar o chão buscando itens, poderá rolar no chão para esquivar de ataques, escalar paredes ou mesmo contra-atacar. A estrutura básica estilo plataforma do jogo será mantida. Um modo cooperativo também foi citado, onde o segundo jogador controlará Coco, irmã do herói, que é especialista na caça ao tesouro.Outra parte bacana do anúncio da Sierra Entertainment é que o jogo está sendo desenvolvido para as plataformas Xbox 360, PlayStation 2, PSP, Wii e Nintendo DS. A produção fica por conta da Radical Entertainment e o lançamento está previsto para outubro.


Fonte: Euro Games

sexta-feira, 2 de maio de 2008

União faz a força em tiroteio virtual de Las Vegas


Em 'Rainbow six vegas 2', jogador comanda equipe de elite para combater terroristas.Jogo aposta no sucesso da versão anterior e traz poucas inovações.
Os terroristas latinos estão de volta a Las Vegas. Mas o pecado, no mundo virtual, não é gastar milhões em cassinos ou cair na luxúria da cidade - o crime é reaproveitar boa parte de um jogo anterior para criar uma "nova aventura".

"Vegas 2" é um bom jogo de tiro em primeira pessoa, principalmente no caso do PlayStation 3, que ainda tem poucas opções dignas do gênero. As missões desafiam o jogador e as ferramentas táticas permitem desarmar bombas e explodir salas de maneiras diferentes.

Mas as inovações que você poderia esperar da nova versão não chegam a empolgar. A atmosfera é basicamente a mesma do primeiro "Vegas", com músicas que às vezes lembram até "Swat 4", clássico do tiro tático nos computadores.

De qualquer forma, se você procura mais boas horas de um jogo de tiro "cerebral", em que analisar o inimigo e estudar a melhor forma de agir é fundamental, não vai se arrepender, principalmente nas partidas on-line.
"Rainbow six vegas 2" é mais um capítulo dos jogos assinados por Tom Clancy, escritor de aventuras policiais e consultor para assuntos militares. O pedigree garante fidelidade na reprodução de armas, equipamentos e modo de agir dos agentes especiais.

Seu personagem é o comandante de uma equipe com mais dois agentes. Como nos episódios anteriores de "Rainbow six", você dá ordens aos companheiros. Com simples comandos, eles podem se mover para determinados lugares e invadir salas com ou sem explosão, por exemplo.

Apesar de alguns tropeços, os amigos virtuais estão mais inteligentes que nos jogos anteriores, e raramente se arriscam na zona de fogo ou atrapalham a missãoNa maior parte do tempo, você estará caçando supostos terroristas latinos e desarmando suas bombas, enquanto a voz feminina da "central de comando" dá instruções e revela os melhores caminhos pelo mapa virtual. E, acredite, tudo isso continua emocionante.

O problema é que logo você percebe que os cenários, apesar de interessantes, não merecem atenção, de tão previsíveis. Basta seguir as indicações na tela para seguir uma missão "limpa e objetiva", o que, em um jogo de combate a terroristas, diminui em muito o fator surpresa.São três fatores que ainda garantem a importância de "Vegas 2". Os modos on-line, as promoções na carreira e a personalização dos agentes. On-line, você pode jogar contra terroristas ou formar equipes cooperativas com outros jogadores - são até oito opções de jogo diferentes.

A promoção é mais interessante. Conforme acerta tiros, você acumula pontos de experiência que são usados para a troca de patentes. A cada novo nível, elementos novos são habilitados, como novas camuflagens que podem ser aplicadas no uniforme. Dependendo de seu perfil de ataque, uma contagem mais específica de pontos também leva a novos equipamentos.

Já a personalização dos heróis não é apenas visual. Cores de capacete e estilos de camuflagem contam pontos na hora de se esconder do inimigo e de se diferenciar nas partidas on-line.
Fonte: G1

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Mortal Kombat vs DC Universe é real?

A contagem regressiva do site oficial dedicado ao novo capítulo da série Mortal Kombat (www.noob.com) chegou a zero ontem (dia 17) e uma codificação em números apareceu. Hoje, uma imagem borrada – do que parece ser o Scorpion ou Sub-Zero, segurando a perna de alguém de roupa preta – apareceu. Mas o que causou reboliço na internet é que o oitavo jogo da série será um confronto contra os heróis da DC Comics.A coisa ganhou força com o suposto vazamento de um “artwork oficial” mostrando Sub-Zero encarando Batman, mas a confirmação veio com a divulgação oficial através do site gamespot sobre o novo jogo, com direito a entrevista com Ed Boon (que não convence) e um teaser trailer.Segundo relato do site, o jogo será bem diferente do que se viu nos últimos episódios. O esquema de armas foi descartado, dando lugar a um combate mais dinâmico e brutal. Neste crossover, a fusão com o universo DC trará novos elementos, como o “Klose Combate”, Freefall Kombat (espancar o adversário durante quedas livres) e a interação com os estágios (transição de ambientes).O Fatality como o conhecemos na série – golpes mortais e sanguinários que acaba com a vida do oponente –, estarão presentes, mas ao invés de ser um “golpe mortal”, se resume apenas a uma seqüência de golpes (um Brutality?) que tira de vez o oponente derrotado. Se não fosse assim, como alguém mataria o Superman? Será que o Outworld a “kryptonita” é um mineral em abundância?O visual mostrado no teaser é interessante, embora ainda meio “cru” e com movimentos duros. Mas a equipe está trabalhando para melhorar tudo isso. Os campos de batalha terão tanto pontos característicos do Outworld quando áreas icônicas do universo dos super-heróis da DC. Ainda são poucas as informações, mas definitivamente Mortal Kombat não será mais o mesmo. A princípio o jogo está programado para as plataformas Xbox 360 e PlayStation 3.


Fonte: Euro Games

domingo, 13 de abril de 2008

GTA IV: GamePro detona o game mais esperado de 2008

A equipe da GamePro dos Estados Unidos teve o privilégio de jogar, em primeira mão, o Grand Theft Auto IV. O game é nada mais, nada menos, que o título mais esperado do ano, com data de lançamento prevista para o próximo dia 29 de abrl.
E para os fãs do game, que aguardaram com ansiedade as novidades, uma boa notícia: Grand Theft Auto IV não deu brecha para os pecados das antigas versões. Não foram toleradas as falhas gráficas, as texturas ruins e muito menos os já conhecidos personagens. E, para alegria geral, o enredo, a diversão e a ousadia do jogo, trunfos da Rockstar nas últimas edições, estão ainda melhores.
A impressão é que os produtores buscaram detalhes em Rainbow Six Vegas e Gears of War, principalmente para desenvolver as caracteristicas de Niko, personagem principal. O ‘cara’ está mais ligeiro nos movimentos, principalmente na hora de pular o muro do vizinho. Um simples toque no controle e o sujeito voa pelas paredes.
Outro detalhe é que os combates do game estão mais versáteis e realistas. As explosões e as cenas de tiros atigiram o auge da realidade. Em uma das missões, uma construção de um prédio no centro da cidade, Niko precisa usar um rifle sniper para aniqueilar alguns trabalhadores. A realidade da cena e dos movimentos é impressionante.
Para chegar aos vereditos a equipe da GamePro testou o game por 1h30. Tempo suficiente para dar um belo ‘role’ pelas ruas de Nova Iorque. No roteiro, embora politicamente incorreto, passar por cima das barricadas policiais, roubar pessoas, atropelar pedestres, judiar de gente inocente, além, é claro, nas horas livres, praticar coisas corretas, como conferir o visual da cidade conhecida como a capital do mundo, com direito a visita a Estátua da Liberdade, o Empire State, o bairro do Brooklyn…
Let Me Drive!
Atuando fora da lei – crianças, não façam isso na vida real – a equipe da GamePro não resistiu por muito tempo e logo pegou um carro ‘emprestado’. Com um rápido toque no botão do controle, um velhinho não resistiu ao armamento de Niko e se mandou correndo e gritando pelas ruas.
No comando do carrão e ao som de um bom blues, as primeiras percepções na hora de guiar. A sensibildade do carro aumentou. Basta entrar em alta velocidade em uma curva ou passar sobre um buraco para a suspensão acabar. Os veículos também não resistem a muitas batidas. É quase a vida real…
Para os motoristas mais malucos, que se deliciam ao ver os estragos causados nos outros carros e nas ruas, a nova versão do game oferece um leque de cameras e ângulos cinematograficos.
Hora da missão
Depois de cinco minutos alucinantes de carro pela cidade, quebrando lanternas, semafaros e tudo mais, é hora de encarar a primeira missão. O GPS da "caranga" levou a equipe da GamePro até um bar com um jeitão sinistro.
Com "bons modos", o anfitrião do local recebeu Niko com tiros de uma pistola 9 mm. Bastou a resposta na mesma moeda para uma gangue inteira se aproximar do personagem…Para os que curtem ação, um bom começo.
Diversão em grupo
Além do ambiente single player, com sua história bem arquitetada e muitas opções e missões para resolver, o GTA IV irá oferecer 15 modos online, com games multiplayer para que sua gangue se divirta ao mesmo tempo.
A informação foi filtrada dos fóruns de GTA, sete foram confirmados pela PlayStation Revista Oficial. As modificações online incluem Hangman's NOOSE, Car Jack City, Bomb da Base, Bomb da Base II, Mafia Work, Team Mafia Work, Deathmatch, Team Deathmatch, Turf War, Cops N Crooks, Race, GTA Race, Deal Breaker e Free Mode.
Os games online podem ser configurados pelo jogador que for o Host (servidor) da partida. No GTA Race, o Host pode escolher quantos carros, quais pistas e número de voltas da partida.
O tempo certo
Você que achou os títulos anteriores de GTA muito curtos para sua satisfação com a saga, a nova edição do game promete 100 horas de diversão “se você parar de cheirar as rosas”, afirma um porta-voz do game.O Grand Theft Auto 4 irá oferecer um grande número de missões oficiais e opcionais, todas fortemente divulgadas pelo telefone no jogo, que será responsável pelo controle de missões, acesso multiplayer e relatórios.

Fonte: GamePro - USA

sábado, 8 de março de 2008

C&C3: Kane's Wrath ganha data de lançamento


A companhia Electronic Arts anunciou que o jogo Kane's Wrath, mais nova continuação da série Command & Conquer 3, será lançado para a plataforma PC em 26 de março deste ano.

Protagonizado pelo vilão Kane (interpretado pelo ator Joe Kucan), a nova edição da franquia trará 13 missões inéditas baseadas no universo de Tiberium Wars. À disposição dos usuários estarão seis novos exércitos, divididos entre as grandes facções Global Defense Initiative, Brotherhood of Nod e Scrin. Cada uma delas receberá também várias unidades de combate atualizadas.

O título será vendido junto com a versão beta do aguardado Command & Conquer: Red Alert 3.

A edição para Xbox 360 de Kane's Wrath, que virá com conteúdo exclusivo, chegará em junho.

Fonte: Terra

terça-feira, 4 de março de 2008

'Circle of doom' prega monotonia em forma de RPG no Xbox 360


A série "Kingdom under fire" teve grandes momentos no Xbox em 2004 e 2005, mas sua estréia na nova geração de videogames não deve conquistar o usuário de Xbox 360.

O novo capítulo, "Circle of doom", é um RPG de ação que troca o teor estratégico consagrado nos jogos anteriores, como "The crusader" e "Heroes", por combates sem grandes emoções.

Essa mudança de gênero coloca "Circle of doom" no grupo de jogos "hack´n slash", de "esmagamento" de botões, de "Dynasty warriors" e, de certa forma, "God of war". É um terreno em que o tamanho das espadas é documento - usado para massacrar dezenas de inimigos ao mesmo tempo. O resultado em "Circle of doom", porém, fica abaixo das expectativas.

Cabe ao jogador escolher seu guerreiro entre seis personagens e atravessar florestas monótonas combatendo inimigos previsíveis. Apesar de oferecer diversas opções de armas e poderes ao jogador, a ação é repetitiva e não consegue esconder a história mal contada.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Microsoft promete 'Gears of war 2' no Xbox 360 em novembro

Continuação do premiado jogo de tiro será 'maior e melhor', diz criador.
Trailer foi apresentado na Game Developers Conference, em São Francisco.

A Microsoft anunciou nesta quarta (20) o lançamento de "Gears of war 2" em novembro de 2008. A continuação, exclusiva para Xbox 360, trará novamente o protagonista Marcus Fenix na luta contra os invasores Locust no planeta Sera.

O anúncio aconteceu durante a Game Developers Conference (GDC), em São Francisco, na Califórnia. O evento é voltado a profissionais da indústria e debate tendências na produção de jogos.

A apresentação de John Schappert, vice-presidente da rede Xbox Live, foi interrompida por um trailer que mostrou o protagonista de "Gears" combatendo um inimigo Locust. Na seqüência, o criador Cliff Bleszinski subiu ao palco com a réplica de uma das armas do jogo, "destruindo" uma cortina de papel com a moto-serra embutida no rifle.

"O primeiro 'Gears' foi um aperitivo. 'Gears 2' será maior, melhor e muito mais malvado que o primeiro, em todos os sentidos", disse "Cliff B", como é conhecido pelos jogadores e profissionais da indústria.

O trailer oficial de "Gears of war 2" tem um minuto e meio de duração, visual estilizado e a narração do protagonista Marcus Fenix, mas não mostra imagens do jogo. O vídeo, que contém cenas fortes e não é indicado para criançãs, está disponível no site Gametrailers.com.



domingo, 17 de fevereiro de 2008

GTA IV, uma super produção.


Sempre Brigando de perto com as grandes produtoras de jogos, ou por muitos, reconhecida como umas das melhores, a RockStar está preparando o lançamento de seu grande jogo para 2008, GTA IV.
Com gráficos surpreendentes, GTA IV é apontado como o grande destaque de 2008.
A Rockstar espera que GTA IV seja um sucesso.
Mas como todos sabem, a série GTA, vem sendo alvo de críticas duríssimas, por ser um jogo muito violento. Em GTA San Andreas, se relatam cenas de sexo em algumas missões.
Mas a Rockstar sempre soube superar essas críticas e acaba criando jogos de extremo sucesso.
Esperamos que GTA IV tenha versões para todas as plataformas, pois foram apenas anunciadas versões para o PS3 e para o XboX 360.
Hell Games

EA e Hasbro preparando mais games


A Electronic Arts e a Hasbro (conhecida na criação de brinquedos) firmaram sociedade para lançar alguns games: Littlest Pet Shop (Wii, DS e PC) e Nerf "N-Strike" (Wii e DS). De acordo com a EA, Littlest Pet Shop funcionará como uma loja de animais de estimação, como sugere o título, e o jogador terá que gerenciar os cuidados com animais, acessórios e “muito mais”.

Já no caso dos games Nerf “N-Strike”, que deve receber o acessórios Nerf Gun (lançado, também, pela EA) na versão Wii, os jogadores participarão de embates tanto nos modos para um ou múltiplos jogadores, tendo como base a engine Havoc para testar as habilidades de mira e desafiar os amigos. Sim, é um tipo de shooter "sem violência".

Também nas próximas investidas da EA podem aparecer games no estilo Monopoly e Scrabble na condição de títulos multiplataforma, além de muitas outras novidades a serem anunciadas no decorrer do ano.

Fonte: Euro Games

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

The club


Se O Clube da Luta foi um filme muito pacífico para você, The Club pode ser uma boa solução. O jogo, do gênero tiro em terceira pessoa, conta a história de uma arena secreta, financiada por milionários dos mais diversos ramos — desde traficantes até donos de grandes impérios da Internet — que convocam recrutas para pequenos combates particulares.Estes gladiadores da Nova Era combatem em diversos cenários diferentes onde a única chance para sair é matar todos os outros adversários. O game não tme enredo senão isso, e seu objetivo é fazer o maior número de pontos em partidas com aproximadamente quatro minutos de duração.Os oito personagens jogáveis foram criados em culturas totalmente discrepantes, e agora reúnem-se nos cenários mais inimagináveis, desde prisões em desuso até uma área abandonada de Veneza, passando por usinas nucleares e metalúrgicas abandonadas.Armamentos vão desde pistolas de baixo calibre até um lança-morteiros portátil, passando pelas mais diversas espingardas, submetralhadoras e metralhadoras, além de três tipos clássicos de granadas: as de fragmentação, de fumaça e de flash.The Club lembra muito o clássico Unreal Tournament, porém o novo jogo da SEGA é ambientado nos dias atuais e os armamentos são muito mais realistas que os rifles de raio laser e as armas biológicas de bolso da série UT.


Concerteza um ótimo jogo.....


Quer exprementar o jogo? DEMO ae "Download"
Requerimentos: CPU de 2 GHz, 512 MB de memória e 2.2 Gb livres em disco....aconselho...uma placa de video de uns 128 mbs....